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Arquitetas promovem debate sobre assédio no mercado de trabalho

Arquitetas promovem debate sobre assédio no mercado de trabalho

O Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo realiza, no dia 03 de maio (quinta-feira), o debate “Assédio no mercado de trabalho”. O evento marca o lançamento do Grupo de Trabalho Saúde do Trabalhador (GTST) e o início da campanha “Arquitetas contra o Assédio”, lançada em conjunto com o GT Mulheres na Arquitetura (GTMA) do SASP.

O debate é gratuito e aberto para todas as áreas e contará com a presença de Jaudenir da Silva Costa, coordenador da Comissão de Igualdade de Oportunidades de Gênero, Raça e Etnia, Pessoas com Deficiência e de Combate à Discriminação do Ministério do Trabalho/Superintendência Regional de São Paulo. Também estarão presentes a Cris Palmieri, engenheira Civil, com pós-graduação em Construções Sustentáveis (SP) e conselheira do Conselho Estadual da Condição Feminina e Dilséa Grebogi, psicóloga, cientista do Trabalho e pós-graduada em Economia e Trabalho pela Escola Dieese de Ciências do Trabalho.

Em maio, comemora-se o Dia Nacional de Combate ao Assédio Moral e o SASP visa apontar como os distúrbios mentais relacionados com as condições de trabalho são hoje considerados um dos males da modernidade. Muitos arquitetos e arquitetas são levados a acumularem funções, manter jornadas prolongadas, metas cada vez mais acirradas nos escritórios e desvios de funções que causam fadigas mentais e físicas. Além do assédio moral, existem outras formas, como o assédio psicológico e o assédio sexual, que, no trabalho podem ocorrer de forma concomitante, podendo causar danos psicológicos e até físicos devido ao estresse causado pelo assédio. Para o empregado, não aceitar tais imposições é correr o risco de ser demitido, já que dificilmente faltam substitutos.

Com o lançamento do GT Saúde do Trabalhador, que tem por meta voltar o olhar para a incidência do assédio laboral entre os arquitetos e arquitetas e estudar, pesquisar, entender e buscar alternativas de prevenção e controle para lidar com as consequências diretas e indiretas desta violência já disseminada nas empresas e escritórios de arquitetura,  e da campanha “Arquitetas contra o Assédio”, o SASP que visa iniciar ações de precaução e combate ao assédio moral/sexual e psicológico em escritórios públicos e privados de Arquitetura e Urbanismo. Ambos são frutos diretos de uma demanda crescente que chega até o SASP, tanto através de processos e homologações, quanto por acesso direto, como telefone e email.

“Acima de tudo é preciso romper o silêncio.

O silêncio maltrata.

O silêncio adoece.

É preciso tornar visível o invisível.”

 

O que: Debate “Assédio no Mercado de Trabalho” + Lançamento do GT Saúdo do Trabalhador (SASP)

Quando: 3 de maio (quinta-feira). Às 19h.

Onde: Auditório do SASP. Rua Araújo, 216, piso intermediário. República, São Paulo.

Debate com:

Dilséa Grebogi. Psicóloga formada pela PUC/PR, Cientista do Trabalho e Pós graduada em Economia e Trabalho pela Escola Dieese de Ciências do Trabalho e Pós Graduanda em Avaliação Psicológica pelo instituto IPOG

Cris Palmieri. Engenheira Civil, com pós-graduação em Construções Sustentáveis (SP); Militante, desde a faculdade vem lutando pela condição feminina, pelos direitos humanos e pelas questões socioambientais. Conselheira, do Conselho Estadual da Condição Feminina; Membro da LIBRA, da Elas Por Elas Vozes e Ação das Mulheres e do Coletivo de Mulheres da CNTU. Coordenadora do Comitê de Sustentabilidade da União Geral dos Trabalhadores (UGT) e esta na equipe de coordenação do Comitê Jornada 2030 da UGT. Coordenadora do Departamento de Meio Ambiente e Amazônia da CNTU (Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados). Secretaria Executiva do Movimento Nacional ODS Nós Podemos São Paulo.

Jaudenir da Silva Costa. Coordenador da comissão de igualdade de oportunidades de gênero, raça e etnia de pessoas com deficiência e de combate à discriminação do Ministério do Trabalho/ Superintendência Regional de São Paulo, tendo exercido atividades no setor de relações do trabalho e sindicais.

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